Some da obra, não do sistema
Retirada, transferência entre obras, devolução, manutenção e custo por obra. Num sistema só, no celular de quem está no canteiro.
O prejuízo não está na ferramenta que sumiu. Está em não saber que sumiu.
Compra dobrada
Compra-se de novo o que já existe parado no almoxarifado.
Aluguel desnecessário
Aluga-se o que está ocioso no canteiro vizinho.
Hora perdida
O encarregado passa a primeira hora do dia procurando.
Despesa geral
No fim do mês tudo cai num número só, e ninguém separa o que foi de qual obra.
Rastreamento fácil em quatro passos
Marca
Cada ferramenta recebe uma etiqueta — QR, código de barras, tag Bluetooth ou rastreador, conforme o valor do item. Uma vez só.
Movimenta
Saída, transferência entre obras, devolução. Leva segundos no celular.
Registra
Quem retirou, quando, para qual obra, quando devolveu. Ninguém precisa lembrar de nada.
Responde
Onde está cada item, o que está parado, o que vence manutenção, quanto cada obra consumiu.
Um registro, não um mapa.
Cadastro e etiquetagem
Catálogo com foto, valor, número de série e responsável.
Retirada e devolução
No aplicativo, pelo próprio encarregado, com assinatura de quem recebeu.
Transferência entre obras
O item muda de centro de custo junto com o caminhão.
Manutenção e calibração
Plano por item, alerta antes do vencimento, histórico de cada intervenção.
Requisição de campo
O encarregado pede pelo app, o almoxarifado separa, o item sai com destino registrado.
Inventário
Conferência por leitura, com divergências apontadas na hora.
Relatórios
Utilização por item, custo por obra, itens parados, histórico por ativo.
O mesmo sistema para o que cabe na mão e para o que anda sozinho.
Uma marreta não precisa de GPS. Uma retroescavadeira não pode depender de alguém lembrar de apontar. A Segni usa a tecnologia proporcional ao ativo — e tudo cai no mesmo cadastro, no mesmo custo de obra, na mesma tela.
Furadeira, esmerilhadeira, torquímetro. Aqui a perda dói e a manutenção tem prazo. A tag se paga.

Se você tem mais de uma frente aberta, o problema já é seu.
Alicate de prensar, megômetro, terrômetro: ferramenta cara, pequena e fácil de sumir.
Torquímetro que precisa de calibração em dia, senão o laudo não vale.
Equipamento parado em frente errada é diária queimada.
Dezenas de subcontratados, um almoxarifado só, e a conta chegando sem dono.
Saber o que saiu, o que voltou, em que estado, e o que ainda está com o cliente.
O que perguntam antes de fechar.
Meu pessoal não vai usar.+
A retirada leva menos tempo que anotar no caderno. E o encarregado ganha a coisa que ele mais quer: deixar de ser cobrado por sumiço que não foi culpa dele.
Etiqueta em obra não dura.+
Por isso a etiqueta é proporcional ao item — impressa e resistente no que é barato, tag lacrada no que é caro, rastreador no que se move sozinho.
Já temos planilha.+
A planilha registra o que alguém lembrou de escrever. O problema não é onde anotar, é o apontamento que nunca acontece.
Isso é para monitorar funcionário?+
Não. A Segni rastreia ferramenta e equipamento. O que ela mede é o caminho do ativo, não o da pessoa.